O projeto Semear Digital informou, em 7 de maio de 2026, a ampliação de estudos de monitoramento do estresse hídrico das plantas. A abordagem utiliza a diferença entre a temperatura da copa e a do ar para avaliar a condição da cultura.
O trabalho parte de estudos com feijoeiro no Instituto Agronômico e de adaptações para outras condições produtivas. A divulgação cita aplicações em videiras e experimentação com abacaxi.
A equipe descreve a utilização de câmeras térmicas como etapa para ampliar a área monitorada. A perspectiva é abrir caminho ao uso com drones e, futuramente, satélites, relacionando as imagens ao acompanhamento da água na lavoura.
Esse é um ponto de pesquisa, não a confirmação de uma solução comercial universal. O texto do projeto apresenta validações e ampliações em andamento.
Para o campo, o interesse está em ampliar a observação. Antes de usar qualquer índice para comandar a irrigação, é necessário conhecer sua validação para a cultura e o local. A tecnologia precisa ligar o sinal da imagem a uma decisão agronômica confiável.



