Reduzir a exposição das aves de criação às aves silvestres é uma das medidas centrais de prevenção da influenza aviária. O Ministério da Agricultura trata a biosseguridade como instrumento para diminuir o risco de introdução do vírus nos estabelecimentos avícolas.

O contato pode ser direto ou indireto. Por isso, o planejamento da propriedade deve observar as vias de acesso e as situações que aproximam a criação de aves externas ao plantel, conforme as orientações oficiais aplicáveis ao sistema produtivo.

A doença é de notificação obrigatória. Quando houver suspeita, o encaminhamento é comunicar o serviço veterinário oficial, que orientará a avaliação e as medidas cabíveis. Não é possível confirmar influenza aviária apenas pela observação dos animais.

As recomendações de prevenção devem ser mantidas independentemente de uma notícia pontual sobre focos. Já os informes epidemiológicos precisam ser consultados com atenção à data: um registro antigo não descreve sozinho a situação atual de um município ou do país.

Esta matéria apresenta medidas gerais de vigilância e não informa a ocorrência de um novo foco. Para acompanhar o quadro sanitário, o criador deve recorrer aos canais do Ministério e do órgão estadual de defesa agropecuária, mantendo a equipe orientada sobre como comunicar alterações suspeitas.